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COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT DA SANTA CRUZ - A QUATRO ANOS PEREGRINANDO

COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT DA SANTA CRUZ - A QUATRO ANOS PEREGRINANDO

Livreto Celebrativo | Abertura da Porta Santa da Arqui-basílica Lateranense

 


ABERTURA DA PORTA SANTA
ARQUI-BASÍLICA LATERANENSE

JUBILEU SANTO
MMXXVI


—————————–————



RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o Arcipreste dirige-se a Porta Santa com os ministros, durante o canto de entrada.

Terminado o canto de entrada, o Arcipreste e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.

O povo responde:

Amen.

2. Em seguida, o Arcipreste, abrindo os braços, saúda o povo:

Pax vobis.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.

2. Após a saudação inicial, o Arcipreste introduz os fiéis à abertura da Porta Santa com estas palavras:

Caríssimos irmãos em união com esta Sé Apostólica, estamos aqui congregados para abrirmos solenemente a segunda Porta Santa do ano jubilar de 2026. No passado dia 03 de Janeiro, vésperas da Epifania do Senhor, iniciamos, na Basílica de São Pedro, o ano jubilar com a inauguração da Porta Santa. Nos preparamos para ela com as reflexões, e animados com o tema “Avançai e Lançai” e o lema extraído do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas, “Avança para águas mais profundas e lançai vossas redes para a pesca.", desejamos que o fervoroso impulso missionário da Igreja no Minecraft se renove a cada dia.

Em frente a Porta Santa, sem mitra, de mãos unidas, o Arcipreste diz:

Orémus.

E todos oram com o Arcipreste, por algum tempo, em silêncio.

Então o Arcipreste, de braços abertos, reza a oração;

Omnipotens et misericors Deus, supplices te rogamus, ut a te nostra jucunda laus accipiatur, et gaudium nostrum crescat, operante Spiritu, per universam credentium communitatem in Minecraft collectam, ut omnes uniti; In Christo Iesu inveniamus, cuius adventum exspectamus, rationem existendi et existendi, amoris et sanctitatis. Qui est Deus et vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti, per omnia saecula saeculorum. Amen.

3. Em seguida, o Arcipreste, de mitra, aproxima-se da Porta Santa, e, de mãos unidas, diz:

Hæc est porta Domini.

O povo responde:

Iusti intrabunt in eam.

Arcipreste prossegue:

Introibo in domum tuam, Domine.

O povo:

Adorabo ad templum sanctum tuum.

Arcipreste prossegue:

Aperite mihi portas iustitiæ.

O povo:

Ingressus in eas confitebor Domino.

4. Arcipreste abre a porta em silêncio e faz uma pausa na oração; os sinos da Basílica tocam.

5. Arcipreste entra na Basílica. Depois dele eles passam pela Porta Santa os ministros, alguns representantes do povo de Deus, vindos dos cinco continentes, e alguns concelebrantes, e procedem  em direção ao altar da Confissão. Entoa-se o hino do Jubileu.

ATO PENITENCIAL

6. O Arcipreste convida os fiéis ao ato penitencial:

Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,

e, batendo  no peito, dizem:

por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

7. Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

HINO DE LOUVOR

8. Canta-se, em seguida, o hino Gloria a Deus nas alturas (Glória in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o Arcipreste diz:

Oremos.

E todos oram com o Arcipreste, por algum tempo, em silêncio.

Então o Arcipreste, de braços abertos, reza a oração da coleta;

Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai clemente as súplicas do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.


LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 49, 3. 5-6)

10. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Lectura del libro del profeta Isaías. El Señor me dijo: «Tú eres mi siervo, Israel, en quien seré glorificado». Y ahora dice el Señor —quien me formó en el vientre materno para ser su siervo— que yo le devolveré a Jacob y le reuniré a Israel; porque soy honrado a los ojos del Señor, y mi alma es estimada. Dice: «No te basta ser mi siervo para restaurar las tribus de Jacob y traer de vuelta al remanente de Israel; también te haré luz de las naciones, para que mi salvación llegue hasta los confines de la tierra».
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Verbum Dómini.

Todos respondem:

Deo grátias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 39(40), 2. 4ab. 7-8a. 8b-9. 10 (R. 8a. 9a))

SEGUNDA LEITURA
(1Cor 1, 1-3)

10. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Início da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios. Paulo, chamado a ser apóstolo de Jesus Cristo, por vontade de Deus, e o irmão Sóstenes,2à Igreja de Deus que está em Corinto: aos que foram santificados em Cristo Jesus, chamados a ser santos junto com todos os que, em qualquer lugar, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. 3Para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Verbum Dómini.

Todos respondem:

Deo grátias.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

EVANGELHO
(Jo 1, 29-34)

10. Segue-se a aclamação.

11. Enquanto isso, o Arcipreste, usando incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Arcipreste, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O Arcipreste diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

12. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

O diácono diz:

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte , na boca e no peito.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, 29João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.30Dele é que eu disse: ‘Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim’.31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”. E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele.33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’.34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!”

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Verbum Dómini.

O povo responde:

Laus tibi, Christe.

Depois, leva o livro ao Arcipreste, que beija-o em silêncio e abençoa o povo.

HOMILIA

13. Em seguida, faz-se a homilia.

SÍMBOLO
(niceno-constantinopolitano)

14. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

15. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.

O Senhor da vida e da história dá à humanidade peregrina no tempo a ajuda do Espírito, para que possa descobrir os caminhos do bem, proclamando que “Jesus Cristo é o Senhor”. Invoquemos o Pai do Céu com firme esperança, dizendoOuvi-nos, Senhor.

 Pela Igreja edificada sobre os Apóstolos do Cordeiro, para que não ofereça aos homens ouro e prata, mas a fé e a esperança em Jesus Cristo, oremos.

 Pelo Papa Francisco e pelos bispos e fiéis a ele unidos, para que, cheios do Espírito Santo, transmitam ao mundo a palavra de Jesus, oremos.

 Pelos presbíteros, missionários e catequistas, para que levem aos fiéis e aos pagãos o feliz anúncio do Evangelho, oremos.

 Por los responsables de las naciones, para que puedan trabajar, sin desmayar, por la justicia y la paz en todo el mundo, oremos.

 Por los fieles y catecúmenos perseguidos hasta la muerte, para que el testimonio de los Apóstoles los anime y su sangre sea semilla de cristianos, oremos.

 Por los miembros de nuestra Comunidad, para que, celebrando la apertura de su Jubileo de 5 años de misión y evangelización, renueven su compromiso, alaben a Dios y le sirvan en los más necesitados, oremos.

O sacerdote conclui dizendo:

Ouvi, ó Pai, a nossa oração: fazei que todo homem vos conheça como único Deus verdadeiro, e aquele que enviastes, Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina, pelos séculos dos séculos.

O povo responde:

Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA

17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo pão e vinho para celebração da Eucaristia.

19. O Arcipreste, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

21. Em seguida, o Arcipreste recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

22. Em seguida o Arcipreste, profundamente inclinado, reza em silêncio.

23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o Arcipreste e o povo.

24. Em seguida, o Arcipreste,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Arcipreste estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;

Concedei-nos, Senhor, a graça de participar dignamente destes mistérios, pois todas as vezes que celebramos o memorial do sacrifício do vosso Filho, realiza-se em nós a obra da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO

27. Começando a Oração Eucarística, o Arcipreste abre os braços e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde: 

Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o Arcipreste prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O Arcipreste, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O Arcipreste, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus da Aliança e da paz. Vós chamastes Abraão e o mandastes sair de sua terra, para constituí-lo pai de todas as nações. Suscitastes Moisés para libertar o vosso povo e conduzi-lo à terra prometida. Na plenitude dos tempos enviastes o vosso Filho, hóspede e peregrino no meio de nós, para nos redimir do pecado e da morte; e destes ao mundo o vosso Espírito, para fazer de todas as nações um só povo que, na liberdade dos filhos de Deus, caminha para o vosso reino, seguindo o mandamento novo do amor. Por isso, unidos aos Anjos e aos Santos proclamamos a vossa glória, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)


32. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

que aceiteis e abençoeis  estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,

de braços abertos, prossegue:

que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com o vosso servo o Papa Francisco, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

33. Memento dos vivos.

1C Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas N. N.

une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.

De braços abertos, prossegue:

e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

34. “Infra actionem”.

2C Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

35. O sacerdote, com os braços abertos, continua:

Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

36. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.

39. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na véspera de sua paixão,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,

eleva os olhos,

elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

40. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

41. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

42. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.

43. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

44. Une as mãos e, inclinando-se, diz:

Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,

ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:

sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

45. Memento dos mortos.

3C Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.

Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.

De braços abertos, prossegue:

A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

46. Bate no peito, dizendo:

4C E a todos nós pecadores,

e, de braços abertos, prossegue:

que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

47. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.

A assembleia aclama:

Amém.

RITO DA COMUNHÃO

41. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:

Præcéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Pater Noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

42. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do Nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Santo Padre une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

43. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

44. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pax Dómini sit semper vobíscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.
 
45. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
46. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

47. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.

48. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

49. Enquanto o Santo Padre comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

50. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o Santo Padre reza em silêncio.

51. Então o Santo Padre volta à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

52. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão.

Infundi em nós, Senhor, o Espírito do vosso amor, e fazei que vivam sempre unidos os que saciastes com o único pão do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.


RITOS FINAIS

53. O Arcipreste recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

Dominus vobiscum.

Todos respondem:

Et cum spíritu tuo.

O Arcipreste diz:

Sit nomen Domini benedictum.

Todos respondem:

Ex hoc nunc et usque in sæculum.

O Arcipreste diz:

Adjutorium nostrum in nomine Domini.

Todos respondem:

Qui fecit cælum et terram.

Então o celebrante recebe o báculo, e diz:

Benedicat vos omnipotens Deus, Pater  et Filius  et Spiritus  Sanctus.

Todos:

Amen.

54. Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:

Tempus Iubilare incipit. Ite, missa est.

O povo responde:

Deo grátias.