ABERTURA DA PORTA SANTA DA
BASÍLICA DE SÃO PEDRO
JUBILEU EXTRAORDINÁRIO
MMXXVI-MMXXVII
III.I.MMXXVI
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RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o Santo Padre dirige-se ao átrio da arqui-basílica com os ministros, durante o canto de entrada.
Terminado o canto, o Santo Padre e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Santo Padre, voltado para o povo, diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
2. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:
A paz esteja convosco.
O povo responde:
E com teu espírito.
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O Santo Padre, de mitra, exorta os fiéis com as seguintes palavras:
Caríssimos irmãos e irmãs,
carecidos da graça de Deus e em profunda comunhão com esta Sé Apostólica, estamos hoje piedosamente congregados para abrir solenemente a primeira Porta Santa do Ano Jubilar de 2026–2027, sinal visível da misericórdia divina e do caminho de conversão, reconciliação e esperança que o Senhor abre para o seu povo.
No passado dia 1º de janeiro, ao celebrarmos com júbilo a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, proclamamos solenemente o Ano Jubilar Extraordinário, inaugurando a Porta Santa e confiando este tempo de graça à intercessão maternal daquela que é Mãe da Igreja e Estrela da Evangelização.
Preparamo-nos para este momento santo com a intensificação da escuta atenta da Palavra de Deus e por meio de reflexões profundas, iluminadas pelo tema Ad Profunda, que nos exorta a lançar as redes em águas mais profundas, a avançar com coragem na fé, a amadurecer na vocação e a renovar com ardor o nosso compromisso missionário.
À luz deste chamado, desejamos ardentemente que o fervoroso impulso missionário da Igreja — também presente e atuante no universo do Minecraft — se renove a cada dia, tornando-se verdadeiro espaço de evangelização, comunhão e testemunho, onde Cristo seja anunciado, a fé seja fortalecida e a esperança seja edificada.
Que este Ano Jubilar seja para todos nós tempo favorável de graça, de conversão sincera, de missão renovada e de alegria no serviço ao Evangelho, para que, guiados pelo Espírito Santo, possamos caminhar como Igreja viva, missionária e fiel.
O Santo Padre depõe a mitra e, de mãos unidas, diz:
Oremos.
E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.
Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração:
Ó Deus onipotente e cheio de misericórdia, humildemente vos suplicamos que o nosso louvor jubiloso seja recebido por vós, e que a nossa alegria se propague, pela atuação do Espírito, por toda a comunidade de fiéis reunidos em Minecraft, para que todos, unidos, encontremos no Cristo Jesus, cuja vinda esperamos, o motivo de sermos e existirmos, o amor e a santidade. Ele que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
Em seguida, o Santo Padre, de mitra, aproxima-se da Porta Santa, e, de mãos unidas, diz:
Esta é a porta do Senhor.
O povo responde:
Por esta porta entram os justos.
O Santo Padre prossegue:
Abra-me as portas da Justiça.
O povo:
Entrarei para agradecer ao Senhor.
Então o Santo Padre recebe a férula, bate três vezes na Porta Santa, depõe a férula e a abre. Em seguida recebe a férula e, prostrando-se de joelhos, reza em silêncio por alguns instantes.
Depois, levanta-se e conclui:
Por Vossa grande misericórdia entrarei na Vossa casa, Senhor. Abri-me as portas da Justiça
O povo:
Prostrar-me-ei em direção ao Vosso templo santo
E então o Santo Padre recebe o livro dos Evangelhos e, precedido pelos ministros do incenso e da cruz, leva-o em procissão até a estante.
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ATO PENITENCIAL
3. Chegando ao altar, todos o beijam em sinal de veneração. O Santo Padre depõe a capa, se reveste da casula e incensa o altar. Depois, segue para a cátedra.
4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).
ORAÇÃO DA COLETA
5. Terminado o hino, de mãos unidas, o Santo Padre diz:
Oremos.
E todos oram com o Santo Padre, por algum tempo, em silêncio.
Então o Santo Padre, de braços abertos, reza a oração da coleta;
Deus eterno e todo-poderoso, pela vinda do vosso Filho Unigênito, vos manifestastes em nova luz. Assim como merecemos que ele participasse da nossa humanidade, nascendo da Virgem, possamos também participar de sua vida no reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(1Jo 2, 29–3, 6)
6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Primeira Carta de São João
Caríssimos, 29já que sabeis que ele é justo, sabei também que todo aquele que pratica a justiça nasceu dele. 3, 1Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai. 2Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é. 3Todo o que espera nele, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. 4Todo o que comete pecado, comete também a iniquidade, porque o pecado é a iniquidade. 5Vós sabeis que ele se manifestou para tirar os pecados e que nele não há pecado. 6Todo aquele que peca mostra que não o viu, nem o conheceu.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Todos respondem:
Graças a Deus.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 97)
7. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.
EVANGELHO
( Jo 1, 29-34)
9. Segue-se o canto de aclamação.
10. Enquanto isso, o Santo Padre, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O Santo Padre diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
E com teu espírito.
O diácono diz:
✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo responde:
Glória a vós, Senhor.
Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.
29No dia seguinte, João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. 31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”.
32E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’. 34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!”
. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:
Palavra da Salvação.
O povo responde:
Glória a vós, Senhor
13. Depois leva o livro ao Santo Padre, que beija o livro e abençoa os fiéis.
HOMILIA
14. Em seguida, faz-se a homilia.
SÍMBOLO
(niceno-constantinopolitano)
15. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.
Irmãos: Oremos a Deus Pai que está nos céus, pedindo-Lhe, pela mediação de Jesus Cristo, a graça de escutar a sua voz, e imploremos, humildemente: Ouvi-nos, Senhor .
— Para que a nossa Comunidade e os seus fiéis escutem a voz do Espírito que os convida a converterem-se claramente ao Evangelho, oremos.
— Para que na nossa pátria e em todo o mundo surjam homens responsáveis e decididos, que trabalhem pelo bem dos cidadãos, oremos.
— Para que os cristãos do Oriente e do Ocidente sejam homens de fé como Abraão e obedeçam sempre à voz de Deus, oremos.
— Para que os doentes que estão em agonia acreditem no grande amor que Deus lhes têm e se entreguem nas mãos do Salvador, oremos.
— Para que os membros desta Comunidade recebam a luz de Cristo transfigurado e vivam sempre na presença do Senhor, oremos.
— Pelos membros da nossa Comunidade, para que, celebrando seu Jubileu de 05 anos de missão e evangelização, renovem seu compromisso, louvem a Deus e O sirvam nos mais necessitados, oremos.
O sacerdote conclui dizendo:
Deus de Jesus Cristo e nosso Pai, dai-nos uma fé tão grande e tão profunda como aquela que destes a Abraão, que o levou a não Vos recusar Isaac, o filho a quem ele amava tanto. Por Cristo Senhor nosso.
O povo responde:
Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.
18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.
19. O Santo Padre, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.
20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
21. Em seguida, o Santo Padre recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o altar.
22. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.
23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o sacerdote e o povo.
24. Em seguida, o Santo Padre, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o Santo Padre estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
30. Em seguida, abrindo os braços, o Santo Padre reza a oração sobre as oferendas;
Ó Deus, fonte da verdadeira devoção e da paz, concedei que vos honremos dignamente com esta oferenda e, pela fiel participação nos sagrados mistérios, sejam reforçados os laços que nos unem. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO
31. Começando a Oração Eucarística, o Santo Padre abre os braços e diz:
O Senhor esteja conosco.
O povo responde:
E com teu espírito.
Erguendo as mãos, o Santo Padre prossegue:
Corações ao alto.
O povo:
O nosso coração está em Deus.
O Santo Padre, com os braços abertos, acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:
É nosso dever e nossa salvação.
O Santo Padre, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, neste tempo de graça e de misericórdia, Vós convocais a vossa Igreja a lançar-se novamente às profundezas do vosso amor, obedecendo à voz do Espírito que ressoa no coração dos fiéis: Ad profunda! Chamais o vosso povo a ir além da superfície da fé, a descer ao íntimo do mistério, onde a Palavra se faz vida e a esperança se renova. Neste Jubileu Extraordinário, conduzis-nos às águas profundas da conversão sincera, onde o pecado é vencido pela misericórdia, o medo é superado pela confiança, e a vocação é reacendida pelo encontro vivo com Cristo, vosso Filho amado, que desceu até a nossa condição humana para elevar-nos à plenitude da vida. Nas profundezas do seu Coração aberto, fonte inesgotável de salvação, a Igreja aprende a escutar com atenção, a discernir com sabedoria e a caminhar com coragem, como comunidade de discípulos missionários, unida na caridade e firme na esperança. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, com os Tronos e Dominações, e com todos os coros celestes, proclamamos a vossa glória, cantando a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).
ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)
32. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão comigo, vosso indigno servo, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
33. Memento dos vivos.
1C Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas N. N.
une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
34. “Infra actionem”.
2C Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
35. O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
36. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
39. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.
40. Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
41. Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
42. O Santo Padre, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.
43. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
44. Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
45. Memento dos mortos.
3C Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
46. Bate no peito, dizendo:
4C E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
47. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.
RITO DA COMUNHÃO
48. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Santo Padre diz, de mãos unidas:
Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O Santo Padre abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
49. O Santo Padre prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O Santo Padre une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
50. O Santo Padre, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O Santo Padre une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
51. O Santo Padre, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre covosco.
O povo responde:
E com teu espírito.
52. Em seguida, o Santo Padre parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
53. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).
54. Em seguida, o Santo Padre, de mãos unidas, reza em silêncio.
55. O Santo Padre faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
56. Enquanto o Santo Padre comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
57. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
58. Então o Santo Padre pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO
59. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o Santo Padre, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o Santo Padre, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o Santo Padre, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;
Senhor, que o vosso povo, sustentado com tantas graças, possa receber hoje e sempre os dons do vosso amor, para que, confortado pelos bens transitórios, busque com mais confiança os bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
RITOS FINAIS
60. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.
61. Na Missa pontifical, o Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
E com teu espírito.
O Santo Padre diz a oração sobre o povo:
Abençoai generosamente, Senhor, os vossos fiéis e fazei-os aderir ao Evangelho do vosso Filho; possam desejar sempre e, um dia, felizes alcançar a mesma glória que ele revelou aos Apóstolos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Amém.
O Santo Padre diz:
Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
Agora e para sempre.
O Santo Padre:
Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos:
Que fez o céu e a terra.
Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Todos:
Amém.
62. Depois, o diácono ou o próprio Santo Padre diz ao povo, de mãos unidas:
Vivei a missionariedade com ação e como vocação. Ide em paz, a Missa acabou.
O povo responde:
Graças a Deus.
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