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COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT DA SANTA CRUZ - A QUATRO ANOS PEREGRINANDO

COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT DA SANTA CRUZ - A QUATRO ANOS PEREGRINANDO

Livreto Celebrativo | Entronização e Coroação do Papa Francisco I





LIVRETO CELEBRATIVO 
ENTRONIZAÇÃO E COROAÇÃO PONTIFÍCIA
DE SUA SANTIDADE
FRANCISCO I

Praça de São Pedro
14.12.2025

1. Se organizará a Missa de modo Solene. Ela será, normalmente, celebrada ou na Basílica de São Pedro ou na Praça. Seja como for, o local será dignamente preparado. Além disso, se preparará o anel e o pálio (preto ou vermelho), junto ao túmulo.

2. Normalmente dois cardeais-diáconos desempenharão a função de diáconos.

PROCISSÃO DE ENTRADA

3. Reunido o povo, os presbíteros, bispos e arcebispos, tomam seus lugares na praça, onde for se realizar a missa.

4. Inicia-se a procissão de entrada, com os diáconos, cerimoniários, cardeais e o celebrante.

5. Saindo da sacristia dirige-se ao túmulo de São Pedro.

TU ES PETRUS
ET SUPER HANC PETRAM 
ÆDIFICABO ECCLESIAM MEAM
ET PORTÆ INFERI NON PRÆVALEBUNT ADVERSUS EAM.
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CÆLORUM.

6. Chegando no túmulo o Santo Padre faz uma breve oração silenciosa e o incensa. Depois, saindo do túmulo, os diáconos levam o anel e o pálio. Todos dirigem para a praça ou para a basílica.

LAUDES PAPAIS

7. Enquanto isso, na praça, canta-se as Laudes Papais:
CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!
EXAUDI, CHRISTE
EXAUDI, CHRISTE

ECCLESIAE SANTAE DEI SALUS PERPETUA
REDEMPTOR MUNDI, TU ILLAM ADIUVA
SANCTA MARIA, TU ILLAM ADIUVA
SANCTA MATER ECCLESIAE, TU ILLAM ADIUVA
REGINA APOSTOLORUM, TU ILLAM ADIUVA
SANCTE MICHAEL, GABRIEL ET RAPHAEL TU ILLAM ADIUVA
SANCTE IOANNES BAPTISTA, TU ILLAM ADIUVA
SANCTE IOSEPH, TU ILLAM ADIUVA

CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!
EXAUDI, CHRISTE.

FRANCISCUS , SUMMO PONTIFICI ET UNIVERSALI PAPE, VITA!
SALVATOR MUNDI, TU ILLUM ADIUVA
SANCTE PETRE, TU ILLUM ADIUVA
SANCTE PAULE, TU ILLUM ADIUVA

CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!
EXAUDI, CHRISTE.
EXAUDI, CHRISTE

EPISCOPIS CATHOLICAE ET APOSTOLICAE FIDEI CULTORIBUS,
EORUMQUE CURIS FIDELIBUS, VITA!
SALVATOR MUNDI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE ANDREA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE IACOBE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE IOANNES, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE THOMA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE IACOBE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE PHILIPPE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE BARTHOLOMAEE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE MATTHAEE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE SIMON, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE THADDAEE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE MATTHIA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE BARNABA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE LUCA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE MARCE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTI TIMOTHEE ET TITE, VOS ILLOS ADIUVATE

CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!
EXAUDI, CHRISTE.
EXAUDI, CHRISTE

SANCTI PROTOMARTYRES ROMANI, VOS ILLOS ADIUVATE
SANCTE IGNATI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE POLYCARPE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE CYPRIANE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE BONIFATI, TU ILLOS ADIUVA'
SANCTE STANISLAE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE THOMA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTI IOANNES ET THOMA VOS ILLOS ADIUVATE
SANCTE IOSAPHAT, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE PAULE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE IOANNES ET ISAAC, VOS ILLOS ADIUVATE
SANCTE PETRE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE CAROLE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTA AGNES, TU ILLOS ADIUVA
SANCTA CAECILIA, TU ILLOS ADIUVA
OMNES SANCTI MARTYRES, VOS ILLOS ADIUVATE
SANCTE CLEMENS TU ILLOS ADIUVA
SANCTE ATHANASI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE LEO MAGNE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE GREGORIO MAGNE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE AMBROSI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE AUGUSTINE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTI BASILI ET GREGORI, VOS ILLOS ADIUVATE
SANCTE IOANNES, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE MARTINE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE PATRICI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTI CYRILLE ET METHODI, VOS ILLOS ADIUVATE
SANCTE CAROLE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE ROBERTE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE FRANCISCE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE IOANNES NEPOMUCENE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE PIE, TU ILLOS ADIUVA
OMNES SANCTI POTIFICES ET DOCTORES, VOS ILLOS ADIUVATE

CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!
EXAUDI, CHRISTE.
EXAUDI, CHRISTE

POPULIS CUNCTIS ET OMNIBUS HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS:
PAX A DEO, RERUM UBERTAS MORUMQUE CIVILIUM RECTITUDO.
SANCTE ANTONI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE BENEDICTE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE BERNARDE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE FRANCISCE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE DOMINICE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE PHILIPPE, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE VINCENTI, TU ILLOS ADIUVA
SANCTE IOANNES MARIA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTA CATHARINA, TU ILLOS ADIUVA
SANCTA TERESIA A IESU, TU ILLOS ADIUVA
SANCTA ROSA, TU ILLOS ADIUVA
OMNES SANCTI PRESBYTERI ET RELIGIOSI, VOS ILLOS ADIUVATE
OMNES SANCTI LAICI, VOS ILLOS ADIUVATE

CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!

IPSI SOLI IMPERIUM,
LAUS ET IUBILATIO
PER SAECULA SAECULORUM.
AMEN

CHRISTUS VINCIT! CHRISTUS REGNAT! CHRISTUS IMPERAT!

TEMPORA BONA HABEANT! TEMPORA BONA HABEANT!
REDEMPTI SANGUINE CHRISTI.
FELICITER! FELICITER! FELICITER!
PAX CHRISTI VENIAT!
REGNUM CHRISTI VENIAT!
DEO GRATIAS!
AMEN

8. O Santo Padre oscula o altar e o incensa.

SAUDAÇÃO

9. Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Deus da esperança que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo!

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O presidente convida os fiéis à penitência.
Pres: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
 
Pres.: Senhor, tende piedade de nós. 
℟.: Senhor, tende piedade de nós. 
Pres.: Cristo, tende piedade de nós. 
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.


RITOS DE ENTRONIZAÇÃO

10. O Santo Padre se assenta em seu trono, sem mitra. O Proto-Diácono, o Proto-Presbítero e o Decano aproximam-se do pontífice, num microfone, para a oração Super electum Pontificem, que fazem sem impor as mãos.

O Cardeal Proto-Diácono:
Deus da paz, que ressuscitou dos mortos o grande pastor das ovelhas. Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele vos dará o manto que recebemos da confissão do apóstolo Pedro. Aquele bom pastor ordenado a apascentar os seus cordeiros e as suas ovelhas, hoje sucedes a Pedro no Episcopado desta Igreja que ele, com o Apóstolo Paulo, gerou na fé. Que o Espírito da verdade, que procede do Pai, dê abundante inspiração e fala para fortalecer os irmãos na unidade da fé por meio de seu ministério.

11. O Cardeal Proto-Diácono aproxima-se do Santo Padre, e impõe o pálio pastoral. Os cerimoniários colocam os três cravos no pálio.

O Cardeal Proto-Presbítero:
Oremos.
Deus, que não te dignas a estar presente onde és invocado com um coração justo e uma mente devota pelas súplicas da tua Igreja, nós te rogamos que estejas presente: no teu servo e no nosso Papa Bento, a quem nomeaste para o ofício de nossos servos no cume apostólico de sua mão direita. Derramai a vossa bênção e ele será fortalecido pelo dom do vosso Espírito Santo para que possa desempenhar o seu ministério tão dignamente quanto for enriquecido pelo carisma de tal dignidade. Por Cristo nosso Senhor.
Ass: Amém.

O Cardeal Decano:
Bendito Pai, Bispo e Pastor de nossas almas, Cristo, o Filho do Deus vivo, que edificou a sua Igreja sobre a rocha, dá-te ele mesmo o Anel do selo de Pedro, o Pescador, que provou a sua esperança no Mar de Galiléia, a quem o Senhor Jesus confiou as chaves do Reino dos Céus. Hoje sucedes ao bem-aventurado apóstolo Pedro no episcopado desta Igreja, que preside à unidade da caridade. Como ensinou o bem-aventurado apóstolo Paulo, que o Espírito de caridade, derramado em nossos corações, conceda força e doçura por meio de seu ministério para manter todos crentes em Cristo na comunhão da unidade.

12. O Cardeal Decano aproxima-se do Santo Padre, e impõe o anel do pescador.

SAUDAÇÃO DOS CARDEAIS

13. O Santo Padre recebe, então, os cumprimentos dos cardeais presentes.
Enquanto isso, canta-se.

TU ES PETRUS, 
ET SUPER HANC PETRAM
ÆDIFICABO ECCLESIAM MEAM

QUODCUMQUE LIGAVERIS SUPER TERRAM, 
ERIT LIGATUM ET IN CÆLIS
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CÆLORUM

TU ES PETRUS, 
ET SUPER HANC PETRAM
ÆDIFICABO ECCLESIAM MEAM

14. Depondo a mitra, o Santo Padre levanta-se e procede a missa.

HINO DE LOUVOR

Pres: GLÓRIA IN EXCÉLSIS DEO-O-O-O
Ass: ET IN TERRA PAX HOMÍNIBUS
BONÆ VOLUNTÁTI-I-I-IS.
LAUDÁMUS TE-E-E-E, 
BENEDÍCIMUS TE-E-E,
ADORÁMUS TE-E-E, 
GLORIFICÁMUS TE-E-E,
GRÁTIAS ÁGIMU-US TIBI-I-I
PROPTER MAGNAM GLÓRIAM TUA-A-AM,
DÓMINE DEU-U-US, REX CÆLÉSTI-I-IS,
DEUS PATER OMNÍPOTE-E-ENS.
DÓMINE FILI UNIGÉNITE-E-E, IESU-U-U CHRISTE-E-E-E,
DÓMINE DEUS, AGNUS DE-E-EI, 
FÍLIUS PATRI-I-IS,
QUI TOLLIS PECCÁTA MU-U-UNDI, 
MISERÉ-E-ERE NOBI-I-IS;
QUI TOLLIS PECCÁTA MU-U-UNDI, 
SÚSCIPE DEPRECATIÓNE-E-EM NOSTRA-A-AM.
QUI SEDES AD DÉXTERAM PATRI-I-IS, 
MISERÉ-E-E-ERE NOBIS.
QUÓNIAM TU SOLUS SANCTU-US,
TU SOLUS DÓMINU-U-US,
TU SOLUS ALTÍSSIMU-U-US, IESU-U-U CHRISTE-E-E,
CUM SANCTO SPÍRITU-U-U: 
IN GLÓRIA DE-E-EI PA-A-ATRI-I-IS.
A-A-A-A-AMEN!

ORAÇÃO COLETA

15. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta. 
Deus, que pelo conselho de sua providência sobre o bem-aventurado Pedro, o cabeça do resto dos Apóstolos, quis edificar sua Igreja, olhe com favor para mim, seu servo indigno, e conceda que o princípio e o fundamento da unidade de a fé e a comunhão, que designaste como sucessor de Pedro, sejam visíveis para o teu povo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém!

PRIMEIRA LEITURA

16. Os leitores, do ambão, dizem as leituras.

Leitor: Leitura do Livro de Gênesis.

A palavra do Senhor foi dirigida a Abrão, numa visão, nestes termos: “Nada temas, Abrão! Eu sou o teu protetor; tua recompensa será muito grande.” Abrão respondeu: “Senhor Deus, que me dareis vós? Eu irei sem filhos, e o herdeiro de minha casa é Eliezer de Damasco.” E ajuntou: “Vós não me destes posteridade, e é um escravo nascido em minha casa que será o meu herdeiro.” Então a palavra do Senhor foi-lhe dirigida nestes termos: “Não é ele que será o teu herdeiro, mas aquele que vai sair de tuas entranhas.” E, conduzindo-o fora, disse-lhe: “Levanta os olhos para os céus e conta as estrelas, se és capaz... Pois bem - ajuntou ele - assim será a tua descendência.” Abrão confiou no Senhor, e o Senhor lho imputou para justiça. E disse-lhe: “Eu sou o Senhor que te fiz sair de Ur da Caldéia para dar-te esta terra.''

Ao final acrescenta:
Leitor: 
Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ, NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.

— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES ELE ME LEVA A DESCANSAR. PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA, E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS.

— ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO, PELA HONRA DO SEU NOME. MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO, NENHUM MAL EU TEMEREI. ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO, ELES ME DÃO A SEGURANÇA!

— PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA, BEM À VISTA DO INIMIGO; COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA, E O MEU CÁLICE TRANSBORDA.

— FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME, POR TODA A MINHA VIDA; E, NA CASA DO SENHOR, HABITAREI PELOS TEMPOS INFINITOS.

SEGUNDA LEITURA

Leitor: Leitura da Epistola de São Pedro.

Caríssimos: Exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória.

Ao final acrescenta:
Leitor: 
Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
17. Segue-se o Aleluia.
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.

TU ES PETRUS, 
TU ES PETRUS,
TU ES PETRUS, 
TU ES PETRUS,
ET SUPER HANC PETRAM 
ÆDIFICABO ECCLESIAM MEAM
ET PORTÆ INFERI NON PRÆVALEBUNT ADVERSUS EAM.
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CÆLORUM.

ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.

18. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

19. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo: Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas". Então Jesus lhes perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?" Simão Pedro respondeu: "Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo". Respondendo, Jesus lhe disse: "Feliz es tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus".
20. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.


21. O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

PROFISSÃO DE FÉ

22. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.

Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém

ORAÇÃO DOS FIÉIS

23. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: A Deus Pai todo-poderoso, que quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade, dirige-se toda a oração da nossa mente, caríssimos irmãos.
Ass: TE ROGAMOS, AUDI-NO-O-OS.

1. Pelo nosso Papa Francisco, a santa Igreja de Deus; que o Senhor seja digno de protegê-la e preservá-la, rogamos ao Senhor.

2. Para as pessoas do mundo inteiro; que o Senhor se digne preservar a harmonia entre eles, rogamos ao Senhor.

3. Para todos aqueles que são pressionados por vários relacionamentos; para que o Senhor seja digno de tudo ressuscitar, supliquemos ao Senhor.

4. Para nós mesmos e para nossa comunidade; que o Senhor se digne aceitar a todos nós como um sacrifício aceitável a ele, rogamos ao Senhor.

Pres: Deus, nosso refúgio e fortaleza, atenda às orações de sua piedosa Igreja, o autor de sua piedade, e conceda que possamos obter efetivamente o que pedimos fielmente. Por Cristo nosso Senhor.
Ass: Amém.

OFERTÓRIO

24. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

SUPPLICES TE ROGAMUS, 
OMNIPOTENS DEUS: 
IUBE HAEC PERFERRI 
PER MANUS SANCTI ANGELI TUI 
IN SUBLIME ALTARE TUUM, 
IN CONSPECTU DIVINAE MAIESTATIS TUAE: 
UT QUOTQUOT, EX HAC ALTARIS 
PARTICIPATIONE SACROSANCTUM FILII TUI, 
CORPUS ET SANGUINEM SUMPSERIMUS, 
OMNI BENEDICTIONE CAELESTI ET GRATIA REPLEAMUR. 
PER EUMDEM CHRISTUM DOMINUM NOSTRUM. 
AMEN.

25. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

26. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

27. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

28. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

29. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
30. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

31. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

32. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

33. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Acolhei, ó Deus, as oferendas da vossa Igreja em festa. Vós que sois a causa de tão grande júbilo, concedei-lhe também a eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁCIO DO MINISTÉRIO PETRINO


34. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
 
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação, dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso.
Vós, Pastor eterno, não abandonais o vosso rebanho, mas o guardais e protegeis por meio dos Santos Apóstolos e, de modo especial, por Pedro, a quem constituístes princípio perpétuo e fundamento visível da unidade da fé e da comunhão. Pela vossa providência, ele preside a toda a Igreja e, com a autoridade de Vossa Unigênito, edifica o vosso povo, sinal de salvação para o mundo.
Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e Dominações e com toda a milícia celeste, cantamos o hino da vossa glória, dizendo (ou aclamando) a uma só voz:


ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis  estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Francisco, o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

Para os domingos
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o glorioso dia em que o Senhor venceu a morte e nos tornou participantes de sua vida imortal. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

(Doxologia)

Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
℟.: AMÉM.

Ou para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

42. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

43. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

44. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
 
45. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

AGNUS DEI

46. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

47. Enquanto isso, canta-se:
AGNU-U-US DE-E-EI, 
QUI TOLLIS PECCA-A-ATA MU-U-UNDI:
MISERE-E-E-ERE NO-O-OBIS.

AGNU-U-US DE-E-EI, 
QUI TOLLIS PECCA-A-ATA MU-U-UNDI:
MISERE-E-E-ERE NO-O-OBIS.

AGNU-U-US DE-E-EI, 
QUI TOLLIS PECCA-A-ATA MU-U-UNDI:
DO-O-ONA NOBIS PA-A-ACEM.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dona nobis pacem.

48. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

49. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. 
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

50. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

51. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

52. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.
 
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 
 
Todos: Meu Jesus, Eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

HOC CORPUS, QUOD PRO VOBIS TRADETUR; 
HIC CALIX NOVI
TESTAMENTI EST IN MEO SANQUINE, 
DICIT DOMINUS; HOC
FACITE, QUOTIESCUMQUE SUMITIS, 
IN MEAM COMMEMORATIONEM.

HOC CORPUS, QUOD PRO VOBIS TRADETUR; 
HIC CALIX NOVI
TESTAMENTI EST IN MEO SANQUINE, 
DICIT DOMINUS; HOC
FACITE, QUOTIESCUMQUE SUMITIS, 
IN MEAM COMMEMORATIONEM.

HOC CORPUS, QUOD PRO VOBIS TRADETUR; 
HIC CALIX NOVI
TESTAMENTI EST IN MEO SANQUINE, 
DICIT DOMINUS; HOC
FACITE, QUOTIESCUMQUE SUMITIS, 
IN MEAM COMMEMORATIONEM.

53. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

54. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

55. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração: 
Feitos participantes da mesa celeste, nós vos rogamos, ó Senhor, que, em virtude deste mistério, confirmeis a vossa Igreja na unidade e na caridade, e que sempre me salveis, a quem confiastes o ofício pastoral, juntamente com o rebanho confiado a você. Por Cristo nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PROCISSÃO À SACADA

62. O Santo Padre se dirige ao altar e o oscula.

63. Os presbíteros, bispos, arcebispos e todo o povo de Deus permanece em seus lugares.

64. Os cardeais, diáconos, os cerimoniários e o papa se dirigem a sacada.

65. O Santo Padre permanece de casula e pálio. O proto-diácono, caso ainda não esteja, se retira a casula e veste a dalmática.

66. Na sacada central adentra unicamente o Santo Padre com seus dois diáconos, seus dois cerimoniários principais e o proto-diácono.

COROAÇÃO

67. O Santo Padre se assenta, o Proto-Diácono aproxima-se e impõe nele a tiara enquanto diz:
Proto Diácono: Pegue a tiara adornada com três coroas e saiba que você é o Pai dos Príncipe e Reis, Pastor de todo o mundo e Vigário de nosso Salvador Jesus Cristo, a quem seja honra e glória para todo o sempre. Amém.

BÊNÇÃO URBI ET ORBI

68. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
 
Pres: Que os Santos Apóstolos Pedro e Paulo, dos quais no poder, autoridade e julgamento confiamos,  intercedam por nós até o Senhor.
Ass: Amen.
 
Pres: Que por meio das orações e dos méritos da Santíssima Sempre-Virgem Maria, de São Miguel Arcanjo, de São João Batista, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os santos, o Deus omnipotente mostre compaixão à vós, e  perdoados todos os vossos pecados, Jesus Cristo vos conduza à vida eterna.
Ass: Amen.
 
Pres: Que o Senhor Todo Poderoso e misericordioso vos conceda indulgência, absolvição, e remissão de todos os vossos pecados, espaço para um verdadeiro e frutuoso arrependimento,  a benção da vida, a graça, a consolação do Espírito Santo e perseverança final nas boas obras.
Ass: Amen.
 
Pres: E que a bênção de Deus Todo Poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo desça sobre vós e permaneça sempre.
Ass: Amen.


69. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Ite missa est.
O povo responde:
Ass: Deo gratias.

 

SAUDAÇÃO MARIANA

SALVE REGINA MATER MISERI CORDIAE,
VITA, DULCEDO ET SPES NOSTRA SALVE
AD TE CLAMAMUS, EXSULES FILII HEVAE
AD TE SUSPIRAMIS GEMENTES ET FLENTES
IN HAC LACRIMARUM VALLE
EIA ERGO ADVOCATA NOSTRA,
ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS
AD NOS CONVERTE
ET JESUM BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI
NOBIS POST HOC EXSILIUM OSTENDE
O CLEMENS, O PIA, O DULCIS VIRGO MARIA