Este site não pertence a Igreja Católica da realidade. Somos uma representação dela em um jogo virtual conhecido como Minecraft.

COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT DA SANTA CRUZ - A QUATRO ANOS PEREGRINANDO

COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT DA SANTA CRUZ - A QUATRO ANOS PEREGRINANDO

Livreto Celebrativo | Missa da Unidade - Comunidade Católica de Minecraft da Santa Cruz

 


LIVRETO LITÚRGICO

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MISSA DA UNIDADE
COMUNIDADE CATÓLICA EM MINECRAFT DA SANTA CRUZ 

SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PRESIDIDA POR

Sua Santidade, o Papa Pio 

BASÍLICA DE LATRÃO, ROMA

.
—————————–————

Todos se colocam em posição e aguardam o início da Santa Missa da Unidade e Benção dos Santos Óleos, em comunhão com toda a Comunidade Católica em Minecraft.

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: IN NÓMINE PATRI-I-IS, ET FÍLI-I-I-I, ET SPÍRITUS SANCTI-I-I.
Ass: A-A-A-AME-E-EN!

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: PAX VOBI-I-IS.
Ass: ET CUM SPIRITU TUO-O-O.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O presidente convida os fiéis à penitência.
Pres: Fratres, agnoscámus peccata nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebrànda.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Ass: Confìteor Deo omnipotènti et vobis, fratres, quia peccàvi nimis cogitatiòne, verbo, òpere et omissiòne, mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Ideo precor beàtam Mariam Semper Virginem omnes Angelos et Sanctos et vos fratres, oràre pro me, ad Dominum Deum nostrum.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.
O povo responde:
Ass: Amen.

KYRIE

Pres: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON! 
Ass: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON! 

Pres: CHRISTE-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!
Ass: CHRISTE-E-E-E-E, ELEISO-O-ON!

Pres: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON! 
Ass: KHYRIE-E-E-E-E-E, ELEISO-O-ON! 



HINO DE LOUVOR

Pres.: Gloria in excelsis Deo...
Canta-se o Glória.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremus.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
O Deus, qui Unigenitum tuum Spiritus Sancti unctione constituisti Christum et Dominum, concede propitius; ut, eius consecrationis participes effecti, testes redemptionis in mundo esse valeamus. Per Dominum nostrum Iesum Christum, Filium tuum, qui tecum vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti, Deus, per omnia saecula saeculorum.
℟.: Amen.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Ex 12, 1-8. 11-14)

Leitor: Lectura del Libro del Éxodo

En aquellos días, el Señor dijo a Moisés y a Aarón en Egipto: «Este mes será para vosotros el comienzo de los meses; será el primer mes del año. Decid a toda la comunidad de los hijos de Israel: “El día diez de este mes, cada uno tomará un cordero por familia, un cordero por casa. Si la familia no es lo bastante numerosa para comer un cordero, se unirá con el vecino más cercano, según el número de personas. Deberéis calcular el número de comensales conforme al tamaño del cordero. El cordero será sin defecto, macho, de un año; podréis escoger un cordero o un cabrito. Lo guardaréis hasta el día catorce de este mes. Entonces toda la asamblea de la comunidad de Israel lo inmolará al caer la tarde. Tomaréis un poco de su sangre y untaréis los postes y el dintel de la puerta en las casas donde lo comáis. Comeréis la carne esa misma noche, asada al fuego, con panes ázimos y hierbas amargas. Así deberéis comerlo: con los lomos ceñidos, las sandalias en los pies y el bastón en la mano. Y lo comeréis de prisa, porque es la Pascua, es decir, el “Paso” del Señor. Esa noche pasaré por la tierra de Egipto y heriré a todos los primogénitos en la tierra de Egipto, desde los hombres hasta los animales; y ejecutaré juicios contra todos los dioses de Egipto. Yo soy el Señor. La sangre será una señal en las casas donde estéis. Al ver la sangre, pasaré de largo, y no os alcanzará la plaga exterminadora cuando yo hiera la tierra de Egipto. Este día será para vosotros un memorial en honor del Señor, que celebraréis por todas las generaciones como institución perpetua”».
Leitor: Verbum Dómini.
℟.: Deo grátias.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 115)

— Alzerò il calice della salvezza e invocherò il nome del Signore.

 
SEGUNDA LEITURA
(1Cor 11, 23-26)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de aos Coríntios

Irmãos: O que eu recebi do Senhor foi o que também vos transmiti: na noite em que foi entregue, o Senhor tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós. Fazei isto em memória de mim.”Do mesmo modo, após a ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em memória de mim.”Pois, todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha.

Leitor: Verbum Dómini.
℟.: Deo grátias.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Entoa-se a aclamação.
℟.:  Alleluia ...

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 13, 1-15)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: Dóminus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Léctio sancti Evangélii secúndum Ioannes.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glóra tibi, Dómine.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

℣.: Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. 3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. 6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 7Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”. 8Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. 9Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. 10Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”. 11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”. 12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. 14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”.

℣.: Verbum Dómini.
℟.: 
Laus tibi, Christe.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Depois da leitura do Evangelho, o Bispo faz a homilia a partir dos textos proclamados na Liturgia da Palavra. Explica ao povo e aos presbíteros a unção sacerdotal, exortando os presbíteros a serem fiéis em sua missão e os convida a renovar publicamente suas promessas sacerdotais.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS

Ⓔ O Bispo faz a renovação das promessas sacerdotais de mitra e báculo, sentado na cátedra ou em pé.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS

Ⓔ O Bispo faz a renovação das promessas sacerdotais de mitra e báculo, sentado na cátedra ou em pé.

Terminada a homilia, o Bispo dirige-se aos presbíteros usando estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Filhos caríssimos, celebrando a cada ano o dia em que o Senhor Jesus comunicou o seu sacerdócio aos Apóstolos e a nós, quereis renovar as promessas que um dia fizestes perante o vosso Bispo e o povo santo de Deus?
Os presbíteros respondem juntos: Quero.

Pres.: Quereis unir-vos e conformar-vos mais estreitamente ao Senhor Jesus, renunciando a vós mesmos e confirmando os compromissos do sagrado ministério que, levados pelo amor do Cristo, alegremente assumistes com a Igreja, no dia da vossa ordenação presbiteral?
Os presbíteros: Quero.

Pres.: Quereis ser fiéis dispensadores dos mistérios de Deus pela celebração da Eucaristia e demais ações litúrgicas, cumprir com fidelidade a missão de ensinar e seguir o Cristo Cabeça e Pastor, não levados pela ambição de bens materiais, mas apenas pelo amor aos irmãos e irmãs?
Os presbíteros: Quero.

Ⓔ O Bispo depõe o báculo e a mitra. Se estiver sentado, levanta-se.

Em seguida, voltando-se para a assembleia, o Bispo prossegue:
Pres.: E vós, caríssimos filhos e filhas, rezai pelos vossos presbíteros, para que o Senhor derrame copiosamente sobre eles os seus dons, e, como fiéis ministros do Cristo, Sumo Sacerdote, vos conduzam àquele que é a fonte da salvação.
℟.: Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.

Pres.: Orai também por mim, para que eu seja fiel à missão apostólica confiada à minha fraqueza e me torne entre vós imagem viva e cada dia mais perfeita do Cristo Sacerdote, Bom Pastor, Mestre e Servo de todos.
℟.: Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.

Pres.: Deus nos guarde a todos em seu amor, e nos conduza, todos juntos, pastores e ovelhas, à vida eterna.
℟.: Amém.

Não se diz o Creio.

Ⓑ Omite-se a oração dos fiéis, pois a mesma já foi realizada na conclusão da Renovação das promessas sacerdotais.

Ⓔ O Bispo recebe a mitra.

BÊNÇÃO DOS ÓLEOS DOS ENFERMOS E DOS CATECÚMENOS
E CONSAGRAÇÃO DO CRISMA

PROCISSÃO DOS ÓLEOS


Os diáconos e ministros designados para levar os óleos ou, na falta deles, alguns presbíteros e ministros, e os fiéis que vão levar o pão, o vinho e a água, dirigem-se em ordem à sacristia ou ao lugar onde os óleos e as outras oferendas foram preparados. Voltam ao altar na seguinte ordem: primeiro, o ministro que leva o vaso com perfumes se o próprio Bispo quiser confeccionar o Crisma; em seguida, um ministro com o vaso de óleo dos catecúmenos; outro com o vaso do óleo dos enfermos; por fim, o óleo para o Crisma, levado por um diácono ou presbítero. Seguem-se, ainda, os ministros que levam o pão, o vinho e a água para a celebração da Eucaristia.

Enquanto a procissão caminha pela igreja, o coro, ao qual todos respondem, canta o hino  ou outro canto apropriado, em vez do canto da preparação das ofrendas.


Chegando ao altar ou à cadeira, o Bispo recebe as oferendas. O diácono que leva o vaso para o Santo Crisma apresenta-se ao Bispo, dizendo em voz alta: 
℣.: Eis o óleo para o Santo Crisma

O Bispo recebe o óleo e entrega-o a um dos diáconos ajudantes, que o coloca sobre a mesa preparada. Fazem o mesmo os que levam os vasos dos óleos dos enfermos e dos catecúmenos. O primeiro diz: 
℣.: Eis o óleo dos enfermos. 

E o outro: 
℣.: Eis o óleo dos catecúmenos

O Bispo os recebe e os ministros os colocam sobre a mesa.

Ⓑ Por fim, o Bispo recebe o pão, o vinho e a água para a celebração da Eucaristia.

Ⓔ O Bispo depõe a mitra.
 
BÊNÇÃO DO ÓLEO DOS ENFERMOS

O Bispo e os concelebrantes aproximam-se da  mesa onde se fará a bênção dos óleos dos catecúmenos e dos enfermos e a consagração do crisma.

Pres.: Ó Deus, Pai de toda consolação, que pelo vosso Filho quisestes curar os males dos enfermos, atendei à oração de nossa fé: enviai do céu o vosso Espírito Santo Paráclito sobre este óleo generoso, que por vossa bondade a oliveira nos fornece para alívio do corpo, a fim de que pela vossa santa + bênção seja para todos que com ele forem ungidos proteção do corpo, da alma e do espírito, libertando-os de toda dor, toda fraqueza e enfermidade. Dignai-vos abençoar para nós, ó Pai, o vosso óleo santo, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Que convosco vive e reina pelos séculos dos séculos. 
℟.: Amém.
 
BÊNÇÃO DO ÓLEO DOS CATECÚMENOS
 
O Bispo, de pé e voltado para o povo, diz de braços abertos a seguinte oração:
Pres.: Ó Deus, força e proteção de vosso povo, que fizestes do óleo, vossa criatura, um sinal de fortaleza: dignai-vos abençoar + este óleo, e concedei o dom da força aos catecúmenos que com ele forem ungidos; para que, recebendo a sabedoria e virtude divinas, compreendam mais profundamente o Evangelho do vosso Cristo, sejam generosos no cumprimento dos deveres cristãos e, dignos da adoção filial, alegrem-se por terem renascido e viverem em vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

CONSAGRAÇÃO DO CRISMA

O Bispo derrama os perfumes no óleo e confecciona o Crisma em silêncio, a não ser que já tenha sido preparado. Ⓔ Se for confeccionar o Crisma, o faz de mitra, mas a depõe logo antes de iniciar o convite:
 
Em seguida, convida a assembleia a orar, dizendo:
Pres.: Meus irmãos e minhas irmãs, roguemos a Deus Pai todo–poderoso que abençoe e santifique este Crisma para que recebam uma unção interior e tornem-se dignos da divina redenção os que forem ungidos em suas frontes.
 
O Bispo, se for oportuno, sopra sobre o vaso do crisma e diz, de braços abertos, a oração de consagração:

Pres.: Ó Deus, autor de todo crescimento e todo progresso espiritual, recebei com bondade a homenagem que a Igreja, pela nossa voz, vem prestar-vos com alegria. Fizestes no princípio que a terra produzisse árvores frutíferas, e entre elas a oliveira, cujos frutos fornecem este óleo tão rico com que se prepara o Santo Crisma. E Davi, antevendo com espírito profético os sacramentos da vossa graça, cantou a nossa alegria ao sermos ungidos pelo óleo. Nas águas do dilúvio, ao serem lavados os pecados do mundo, uma pomba anunciou a paz restituída à terra, trazendo um ramo de oliveira, imagem do futuro dom, que agora se manifesta claramente, pois, apagada toda mancha de culpa pelas águas do Batismo, esta unção de óleo nos traz às nossas faces a serenidade e a alegria. Também mandastes que vosso servo Moisés, pela infusão deste óleo, constituísse sacerdote seu irmão Aarão, já purificado pela água. E a tudo isso se acrescenta honra ainda mais alta quando nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, exigindo que João o batizasse nas águas do Jordão, e sendo-lhe enviado o Espírito Santo sob a forma de uma pomba, proclamastes pelo testemunho de uma voz que em vosso Filho Unigênito estava todo o vosso amor e claramente confirmastes ser ele por excelência o Ungido com o óleo de alegria, anunciado pelo profeta Davi.

 
Todos os concelebrantes estendem a mão direita em direção ao crisma até o fim da oração, em silêncio.

Pres.: Por isso, nós vos suplicamos, ó Pai, que santifiqueis este óleo com a vossa bênção. Infundi-lhe a força do Espírito Santo, pelo poder de vosso Cristo, que deu o seu nome ao Santo Crisma, com o qual ungistes vossos sacerdotes e reis, vossos profetas e mártires. Fazei que este óleo do Crisma seja sacramento de perfeita salvação e vida para os que vão ser renovados nas águas do Batismo. Santificados por essa unção, e sanada a corrupção original, tornem-se templo da vossa glória e manifestem a integridade de uma vida santa. Segundo disposição da vossa vontade, cumulados da honra de reis, sacerdotes de profetas, revistam-se de um dom incorruptível. Para os que renascerem da água do Espírito, seja Crisma de salvação, fazendo-os participantes da vida eterna e herdeiros da glória celeste. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


 
O Bispo volta para o seu lugar, colocando a mitra e objetos são recolhidos.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. 
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orate, fratres et sorores, ut haec familia nostra, in nomine Christi congregata, offerat sacrificium Deo Patri omnipotenti gratum. 
O povo se levanta e responde:
℟.:  Accipiat Dominus hoc sacrificium de manibus vestris ad laudem et gloriam nominis sui, ad bonum nostrum et totius ecclesiae suae sanctae. 

Pres.: Huius sacrificii virtus, Domine, antiquam peccati servitutem deleat et novam vitam ac salutem nobis afferat. Per Christum Dominum nostrum.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amen.

PREFÁCIO

Pres.: Dóminus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo.

Erguendo as mãos, o Bispo ordenante principal prossegue:

Pres.: Sursum corda.
℟.: Habémus ad Dóminum.

O Bispo ordenante principal, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Grátias agámus Dómino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.

O Bispo ordenante principal, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres.: Vere dignum et iustum est, aequum et salutare, nos tibi semper et ubique gratias agere: Domine, sancte Pater, omnipotens aeterne Deus. Unctione Spiritus Sancti Unigenitum Filium tuum novi et aeterni testamenti constituisti Pontificem, et ineffabili dispositione voluisti ut unum eius sacerdotium in Ecclesia permaneret. Ipse enim non solum regale sacerdotium populo acquisitionis tribuit, sed etiam fraterna homines assumit benignitate, ut per manuum impositionem sacri sui ministerii fiant participes. In nomine enim eius sacrificium redemptionis instaurent, tuis apparantes filiis paschale convivium; et, caritate populo tuo servientes, verbo illum nutriant et sacramentis sanctificent. Pro te atque fratrum salute vitam ponentes, ad ipsius Christi imaginem conformentur, et constantes tibi fidei et amoris testimonium reddant. Et ideo cum Angelis et Sanctis universis, tibi confitemur, in exsultatione dicentes:

SANCTUS

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS
DÓMINUS DEUS SÁBAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLÓRIA TUA.
HOSÁNNA IN EXCÉLSIS.
BENEDÍCTUS QUI VENIT IN NÓMINE DÓMINI.
HOSÁNNA IN EXCÉLSIS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)


32. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

que aceiteis e abençoeis  estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,

de braços abertos, prossegue:

que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com o vosso servo o Papa Pio, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

33. Memento dos vivos.

Mons. Luís Santos: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas N. N.

une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.

De braços abertos, prossegue:

e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

34. “Infra actionem”.

Card. Hamilton Lima: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

35. O sacerdote, com os braços abertos, continua:

Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

36. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.

39. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na véspera de sua paixão,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,

eleva os olhos,

elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

40. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

41. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

42. O Santo Padre, de braços abertos, diz:

CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.

43. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

44. Une as mãos e, inclinando-se, diz:

Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,

ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:

sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

45. Memento dos mortos.

Mons. Arthur Henrique: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.

Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.

De braços abertos, prossegue:

A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.

Une as mãos.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

46. Bate no peito, dizendo:

Mons. Miguel Escobar:Y a todos nosotros pecadores,

e, de braços abertos, prossegue:

que esperamos en vuestra infinita misericordia, conceded, no por nuestros méritos, sino por vuestra bondad, la convivencia con los Apóstoles y Mártires: Juan Bautista y Esteban, Matías y Bernabé, Ignacio, Alejandro, Marcelino y Pedro, Felicidad y Perpetua, Águeda y Lucía, Inés, Cecilia, Anastasia y todos vuestros Santos.

Une as mãos.


Por Cristo nuestro Señor. Por Él nunca dejas de crear, santificar, dar vida, bendecir estos dones y distribuirlos entre nosotros.

47. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.

A assembleia aclama:

Amém.



RITO DE COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.:   El Señor nos ha dado su Espíritu. Con la confianza y la libertad de los niños, oremos juntos:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: PATER NOSTER, QUI ES IN CAELIS:
SANCTIFICÉTUR NOMEN TUUM;
ADVÉNIAT REGNUM TUUM;
FIAT VOLÚNTAS TUA, SICUT IN CAELO, ET IN TERRA.
PANEM NOSTRUM COTIDIÁNUM DA NOBIS HÓDIE;
ET DIMÍTTE NOBIS DÉBITA NOSTRA,
SICUT ET NOS DIMÍTTIMUS DEBITÓRIBUS NOSTRIS;
ET NE NOS INDÚCAS IN TENTATIÓNEM;
SED LÍBERA NOS A MALO.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.:  Líbranos, Señor, de todos los males, concédenos la paz en nuestros días, para que, ayudados por tu misericordia, vivamos siempre libres del pecado y seguros de toda perturbación, mientras esperamos la gloriosa venida de nuestro Salvador Jesucristo.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.:   Tuyo será tu reino, tu poder y tu gloria en un abrir y cerrar de ojos.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Señor Jesucristo, que dijiste a tus apóstoles: «La paz les dejo, mi paz les doy», no tengas en cuenta nuestros pecados, sino la fe de tu Iglesia, y conforme a tu palabra concédele la paz y la unidad.
O sacerdote une as mãos e conclui:
 Tú que vives y reinas por los siglos de los siglos.
O povo responde:
℟.: Amem.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: Que la paz del Señor esté siempre con ustedes.
O povo responde:
℟.: Y con tu espíritu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.:  En el espíritu de Cristo resucitado, intercambien el don de la paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.:  Que el Cuerpo y la Sangre de nuestro Señor Jesucristo, unidos en este cáliz, sean para nosotros alimento de vida eterna.

AGNUS DEI

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Communio Corporis et Sanguinis tui,
Domine Iesu Christe,
non mihi proveniat in iudicium et condemnationem,
sed pro tua pietate
prosít mihi ad tutamentum mentis et corporis et ad medelam percipiendam.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Ecce Agnus Dei,
ecce qui tollit peccata mundi.
Beati qui ad cenam Agni vocati sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Señor, no soy digno de que entres en mi casa, pero di solo una palabra y mi alma sanará.

CANTO DE COMUNHÃO

Após o canto de comunhão, enoa-se o (Oremus pro Pontifice nostro Pio.)

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremus.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Da, omnipotens Deus, ut, mysteriis sanctis renovati, per totum mundum bonam Christi fragrantiam diffundamus. Qui vivit et regnat in saecula saeculorum.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

O Santo Padre recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

Pres.: Dóminus vobíscum.

Todos respondem:

℟.: Et cum spíritu tuo.

O diácono faz o convite: Inclinate vos ad benedictionem.

O Santo Padre diz:

Pres.: Sit Nomen Dómini benedictum.

Todos respondem:

℟.: Ex hoc nunc et usque in saéculum.

O Santo Padre:

Pres.: Adjutórium nostrum in nómine Dómini.

Todos:

℟.: Qui fecit caelum et terram. seja o nome do Senhor.

Então o Santo Padre recebe a férula, e diz:

Pres.: Et benedictio Dei omnipotentis, Patris  et Filii  et Spiritus  Sancti descendat super vos et maneat semper.

Todos:

℟.: Amen.

O Santo Padre conclui, dizendo:

Pres.: Português:
Irmãos caríssimos, abençoamos o crisma, o óleo dos catecúmenos e dos enfermos. Eles são agora confiados a vós, bispos e sacerdotes, para que, por meio do vosso ministério, a graça divina flua nas almas, portadora de força e de vida. Respeitai, venerai e conservai com especial cuidado estes óleos, sinais da graça de Deus: que as pessoas, os lugares e as coisas que por eles forem assinalados resplandeçam com a mesma santidade de Deus.

Espanhol:

Hermanos queridísimos, hemos bendecido el crisma, el óleo de los catecúmenos y de los enfermos. Ahora os son confiados a vosotros, obispos y sacerdotes, para que, por medio de vuestro ministerio, la gracia divina fluya en las almas, portadora de fortaleza y de vida. Respetad, venerad y conservad con especial cuidado estos óleos, signos de la gracia de Dios: que las personas, los lugares y las cosas que sean marcados por ellos resplandezcan con la misma santidad de Dios.

Depois, o diácono diz ao povo, de mãos unidas:

Ite, missa est.

O povo responde. 

℟.: Deo grátias.

Por fim, todos se voltam para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana (Ave, Regina cælorum).

Depois, como no início todos se retiram.

CANTO FINAL

ⒷNa sacristia, o Bispo, se for conveniente, lembre aos presbíteros o respeito devido aos sagrados óleos e sua cuidadosa conservação.